Construindo Oportunidades

Em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico, encontrar oportunidades que ofereçam alto retorno e inovação é um desafio constante. No entanto, para investidores visionários, existem negócios exclusivos que se destacam e prometem transformar o cenário econômico. Para aqueles que estão começando, as oportunidades são vastas e promissoras. O mercado imobiliário tem se mostrado uma das formas mais seguras e lucrativas de investimento ao longo dos anos.  Clique no botão abaixo e entre em contato com nossos especialistas!!


Internacionalização de Patrimônio

A internacionalização de patrimônio é uma estratégia que envolve a diversificação de investimentos e ativos em diferentes países. Para quem está começando, trata-se de uma oportunidade de construir uma base sólida em mercados estáveis. Já para o investidor avançado, significa potencializar rentabilidade, acessar nichos exclusivos e otimizar a estrutura patrimonial com vantagens fiscais e sucessórias. Em ambos os casos, investir fora do país é um passo estratégico rumo à solidez, proteção e valorização sustentável do capital. Clique no botão abaixo e tire suas dúvidas, construa ideias e comece a planejar seu futuro.


Construtoras

Para construtoras que desejam expandir fronteiras e maximizar seus resultados, investir fora do país representa a oportunidade de transformar capital em empreendimentos de alta rentabilidade, com segurança jurídica e demanda crescente. Atuamos lado a lado com investidores e parceiros estratégicos, identificando terrenos e projetos viáveis, estruturando operações de permuta e oferecendo análises detalhadas do mercado, desde a viabilidade construtiva até o potencial de valorização. Nosso suporte especializado conecta construtoras do Brasil, EUA, Europa e outros mercados às melhores oportunidades em Portugal, criando um ambiente propício para expansão internacional sólida e lucrativa. Clique no botão abaixo e tire suas dúvidas, construa ideias e comece a planejar seu futuro.

QUEM SOMOS

 

Com mais de 14 anos de experiência no mercado imobiliário, o projeto Investir em Euro surge para dar suporte à investidores iniciantes e experientes, na conquista de resultados sólidos e expressivos no setor. Atuamos como especialistas em identificar e conectar oportunidades únicas nos segmentos residencial, turístico e industrial em Portugal, sempre com foco em segurança, rentabilidade e crescimento patrimonial. A nossa abordagem combina transparência, profissionalismo e atenção a cada detalhe, garantindo que cada investimento seja estruturado de forma estratégica e personalizada. Queremos ir além de simples transações: construímos relações de confiança e parcerias de longo prazo. Se procura expandir o seu portfólio e explorar as melhores oportunidades do mercado português, entre em contacto connosco e descubra como podemos investir juntos no seu futuro.

MISSÃO

Apresentar oportunidades seguras e rentáveis para nossos parceiros,  baseadas em análises de mercado assertivas e estratégias de excelência, objetivando a fidelização e a multiplicação patrimônio.

VISÃO

Ser reconhecida como a principal empresa de investimentos imobiliários em Portugal, conhecida pela inovação, integridade e impacto positivo nas comunidades onde atuamos, criando valor duradouro para nossos parceiros e a sociedade.

VALORES

Atuamos com transparência e ética em todas as operações, garantindo a confiança e a satisfação de nossos clientes e parceiros.

NEWS

 

Mercado Off-Market: luxo e exclusividade

     

    O mercado off-market é o segmento mais reservado e exclusivo do setor imobiliário. Diferente do mercado tradicional, ele envolve imóveis que não são anunciados publicamente — ou seja, não aparecem em portais, redes sociais ou campanhas de marketing. As negociações ocorrem de forma confidencial, por meio de consultores especializados e redes restritas de investidores de alto padrão.

    Essa discrição é essencial para proprietários de alto perfil, que valorizam privacidade e segurança. Muitas vendas de imóveis de luxo deixam de acontecer quando o comprador descobre que a propriedade está anunciada publicamente. Pessoas desse nível não querem imagens de suas casas em sites nem valores de negociação divulgados. Por isso, o mercado off-market é o ambiente ideal: garante sigilo, exclusividade e credibilidade, preservando o prestígio de todos os envolvidos.

     

    Vantagens do Mercado Off-Market

    O mercado off-market oferece benefícios únicos que o tornam especialmente atraente para investidores exigentes.

    • Exclusividade e acesso antecipado: os melhores imóveis são negociados antes de serem divulgados, permitindo acesso privilegiado a propriedades raras e valiosas.

    • Negociação direta e personalizada: sem a exposição pública, é possível negociar condições mais flexíveis e estratégicas.

    • Privacidade total: ideal para quem valoriza discrição e segurança, sejam investidores individuais ou fundos institucionais.

    • Valorização acima da média: imóveis off-market costumam ser únicos em localização, arquitetura ou potencial de rentabilidade, garantindo ROI superior ao do mercado tradicional.

    O acesso aos Imóveis Off-Market

    Ter acesso ao mercado off-market é um privilégio reservado a quem está bem conectado. Mais do que capital, o segredo está em quem o representa.

    "Trabalhar com um consultor imobiliário de prestígio, com autoridade e rede própria de contatos, é o caminho mais eficaz para entrar nesse universo exclusivo."

    Um consultor respeitado atua como ponte direta entre investidores e proprietários, filtrando oportunidades, garantindo segurança jurídica e conduzindo negociações com total confidencialidade. Por manter relações sólidas com advogados, corretores e promotores de elite, esse profissional tem acesso antecipado a imóveis que nunca chegam a ser listados publicamente.

    Além do acesso, um bom consultor traz segurança, conhecimento e discrição. Ele compreende o perfil do cliente, conhece o valor real de cada região e sabe conduzir negociações sensíveis com tato e estratégia — abrindo portas que, para a maioria, permanecem fechadas.

     

    Por Que Investir neste Mercado?

    Portugal consolidou-se como um dos destinos imobiliários mais prestigiados da Europa, atraindo investidores de todo o mundo. Nas principais cidades e capitais, o off-market tem se tornado o canal preferido para transações de alto valor, justamente por unir rentabilidade, privacidade e exclusividade.

    Esse modelo elimina ruídos, evita exposição desnecessária e permite que as partes negociem com discrição e foco. Para investidores internacionais, é também uma forma de entrar no mercado português com segurança, assessorado por profissionais locais de confiança.

    "Desta forma, o mercado off-market é um espaço de oportunidades silenciosas e altamente lucrativas, acessível apenas a quem se posiciona corretamente. Nesse cenário, o diferencial não está apenas no capital de investimento, mas em quem representa o investidor."

    Contar com um consultor respeitado e influente, com uma rede sólida e credibilidade no setor, é essencial para acessar imóveis exclusivos e negociações confidenciais. O sucesso nesse segmento depende de confiança, conhecimento e estratégia. Investir no off-market é mais do que procurar propriedades — é ser encontrado pelas oportunidades certas, no momento certo.

     

     

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    Investidor Britânico no imobiliário em Portugal

       

      Ah, Portugal! Sol, praias deslumbrantes, excelente vinho e, claro, um mercado imobiliário que tem atraído investidores de todo o mundo – especialmente do Reino Unido. Mas desde o Brexit, surgiram novas questões. Se és um investidor britânico a ponderar colocar o seu dinheiro na ensolarada propriedade portuguesa, é natural que tenha algumas dúvidas. Então, vamos a elas:

       

      As Regras Pós-Brexit: Complicações para Cidadãos Britânicos

      A resposta é simples e reconfortante: O estatuto de cidadão britânico não afeta a sua capacidade de comprar propriedade em Portugal. O país nunca impôs restrições à propriedade estrangeira, pelo que o processo de compra é o mesmo para si como para qualquer outro comprador não residente.

      A principal alteração pós-Brexit reside no seu direito de permanecer no país. Se o seu objetivo é morar lá a tempo inteiro, a propriedade em si não lhe confere o estatuto de residência. Para isso, deverá candidatar-se a um visto de longa duração, caso contrário, sua estadia sem visto está limitada a 90 dias em qualquer período de 180 dias.

      Relativamente ao Visto Gold (Golden Visa) e a Residência, houve uma grande mudança aqui. A partir de outubro de 2023, a via de aquisição de propriedade para o Visto Gold foi eliminada. Embora o programa em si ainda exista (por exemplo, através de investimento em fundos de investimento ou criação de postos de trabalho), a compra de imóveis já não o qualifica diretamente. Os investidores britânicos que procuram residência devem agora explorar outras opções de visto que se adequem aos seus objetivos.

       

      Documentos pessoais, Custos e Impostos de Transação e anuais 

      Para adquirir uma propriedade, é necessário tem o NIF (Número de Identificação Fiscal) é um passo inicial essencial. Este número é obrigatório para qualquer transação financeira em Portugal, incluindo a abertura de uma conta bancária ou a assinatura de contratos, por isso, obtenha-o o mais rapidamente possível. Quanto à Cronologia do processo de compra em Portugal, este é geralmente mais rápido do que no Reino Unido. Uma transação sem recurso a hipoteca pode ser concluída em apenas 4 a 6 semanas. No entanto, se for necessário financiamento, o processo é estendido, podendo levar entre 8 a 12 semanas (ou mais), de modo a permitir a necessária avaliação bancária do imóvel.

      O imposto principal que incide sobre a transferência de propriedade na compra de um imóvel no Reino Unido é o Stamp Duty Land Tax (SDLT). O SDLT, que se aplica em Inglaterra e Irlanda do Norte (e que tem nomes diferentes na Escócia, como Land and Buildings Transaction Tax, e no País de Gales, como Land Transaction Tax), é o equivalente funcional aos impostos portugueses IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis) e IS (Imposto de Selo sobre a transação). O SDLT é um imposto único pago pelo comprador no momento da aquisição, cujas taxas são progressivas e variam significativamente com base no perfil do comprador: se é comprador de primeira casa, se compra para residência principal, se adquire uma propriedade adicional (buy-to-let), ou se é um não-residente.

      Um erro comum é orçamentar apenas o preço de compra. Deve planear um valor adicional de 7% a 10% do preço de compra para cobrir as despesas de fecho do negócio. Os custos principais são:

      - IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis): O principal imposto de transferência, que varia em escala, chegando a cerca de 6,5% para imóveis não-residenciais ou de alto valor.

      - Imposto de Selo (IS): Imposto único de 0,8% sobre o preço de compra.

      - Notário e Registo: Taxas para registar legalmente a propriedade e autenticar a escritura (cerca de 0,2% a 1%).

      - Honorários Legais: Recomendamos vivamente um advogado independente. O custo pode variar, mas aloque cerca de 1% a 2% do valor da propriedade.

      O imposto anual sobre a propriedade no Reino Unido que mais se assemelha ao IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) de Portugal é o Council Tax. O Council Tax é um imposto anual cobrado pelas autoridades locais, mas ao contrário do IMI, que utiliza o Valor Patrimonial Tributário (VPT) atualizado do imóvel, o Council Tax é baseado numa de oito bandas de valor (bands A a H) fixadas com base no valor de mercado estimado do imóvel em 1991. Os fundos arrecadados destinam-se a financiar serviços essenciais fornecidos pelo município.

      Por sua vez, o IMI em Portugal é o imposto anual cobrado sobre o VPT, e as suas taxas variam entre 0,3% e 0,8%. Além do IMI, Portugal possui o AIMI (Adicional ao IMI), um imposto adicional que se aplica à soma do VPT de todos os imóveis, atuando como o imposto mais próximo de um "Imposto sobre a Riqueza".

       

      Rendimentos de Aluguer e ROI

      Os rendimentos de aluguer (yields) tendem a ser mais elevados no mercado de curto prazo/férias, como o Alojamento Local, especialmente em zonas turísticas como o Algarve, Lisboa e Porto. Contudo, estas áreas estão sujeitas a uma regulamentação mais apertada.

      Para o arrendamento de longo prazo nas principais cidades, o ROI Médio que um investidor pode esperar é um rendimento líquido de aluguer de 4% a 6%. Contudo, existem Oportunidades em zonas emergentes como Setúbal, Costa de Prata (incluindo Peniche e Nazaré) e o interior, onde os preços de compra mais baixos podem gerar rendimentos de aluguer percentualmente mais elevados (maior yield), apesar de o volume de procura ser geralmente menor do que nos grandes centros turísticos.

       

      Financiamento para Não Residentes

      Sim, é totalmente viável para um não residente britânico obter um empréstimo hipotecário em Portugal. No entanto, as condições são diferentes das de um residente:

      • LTV (Loan-to-Value): Os bancos portugueses geralmente financiam de 70% a 80% do valor da propriedade para não residentes.
      • Valor de entrada: Isto significa que deverá ter 20% a 30% do valor de compra como entrada, para além dos custos de fecho (7%–10%).

       

      Armadilhas e Complexidades Legais

      Ao investir em Portugal, a regra de ouro para evitar armadilhas é inegociável: contrate um advogado independente. A necessidade de suporte jurídico profissional é fundamental, pois as leis portuguesas apresentam complexidades distintas das que se encontram no Reino Unido.

      Por exemplo, saiba que, ao contrário do Reino Unido, em Portugal as dívidas (como hipotecas, taxas de condomínio e IMI) estão anexadas diretamente à propriedade, e não apenas ao proprietário.

      É importante que busque sempre imobiliárias credíveis e saiba que aqui em Portugal, somente pode anunciar ou vender um imóvel o profissional portador da Licença AMI, emitida pelo IMPIC, um órgão que regulamenta e fiscaliza a imobiliária. Os documentos exigidos para obter esta Licença são o seguro responsabilidade civil e demais informações pessoas do proprietário da empresa que devem demonstrados anualmente com a penalidade de perda da Licença. Portanto, tenha certeza de que o profissional que lhe orienta está legalizado.

      Antes de anunciar qualquer imóvel, documentos com caderneta predial, certidão permanente, licença de utilização, certificado energético e plantas da propriedade devem ter sido verificadas. Imóveis sem essa verificação jamais podem ir a mercado. Desta forma, você evita surpresas desagradáveis e garante que não existem "ónus ou encargos" não resolvidos que possam recair sobre si após a compra. Adicionalmente, se o seu interesse recai sobre propriedades rurais (rústicas), a complexidade documental exige uma verificação mais rigorosa de que os registos prediais e as cadernetas prediais estão em perfeita concordância, eliminando o risco de reclamações de propriedade por parte de herdeiros.

      Felizmente, grandes empresas do setor imobiliário e financeiro estão totalmente preparadas para o orientar, garantindo que tem acesso a aconselhamento jurídico especializado e independente em todas as etapas do processo, desde a procura inicial até à escritura final.

      Portanto, Não arrisque o seu capital! Fale hoje com especialistas e garanta que o seu investimento em Portugal está 100% protegido.

      Sendo assim, é importante que garantir um percurso seguro e eficiente. Fale hoje com um especialista para dar o próximo passo no seu investimento em Portugal.

       

       

       

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      O mercado imobiliário hoteleiro

       

      O mercado imobiliário hoteleiro de grande escala tem-se destacado como uma classe de ativos dinâmica e, para o investidor com capital significativo e visão estratégica, oferece um leque de oportunidades únicas. Longe do investimento em imóveis residenciais tradicionais, a aquisição e desenvolvimento de grandes hotéis – ou o investimento em fundos especializados – posiciona o investidor no epicentro de um setor que combina o imobiliário com a gestão de serviços e o turismo global.

       

      Por Que Hotéis de Grande Porte?

      Investir em grandes hotéis, como resorts de luxo, unidades de serviço completo em centros urbanos ou portfolios de hotéis de marca reconhecida, transcende a mera aquisição imobiliária. É a entrada num negócio operacional que combina o ativo físico com a dinâmica do setor de turismo e hospitalidade. Para o investidor de grande capital, este segmento oferece uma classe de ativos única, com potencial para gerar retornos significativamente superiores ao arrendamento convencional.

      • Potencial de Altos Retornos: A rentabilidade de um hotel é influenciada pela taxa de ocupação, valor médio da diária (ADR) e receitas acessórias (restaurantes, eventos, spa). Numa economia de turismo robusta, estes fatores combinados podem traduzir-se em retornos líquidos mais altos do que as rendas tradicionais.
      • Gestão Profissionalizada (Investimento Passivo): Ao investir em hotéis geridos por grandes marcas internacionais (Hilton, Marriott, Accor, etc.), o investidor se beneficia de uma gestão operacional robusta. A operadora hoteleira trata de tudo: captação de hóspedes, manutenção, pessoal e marketing. Para o proprietário, pode ser um investimento imobiliário com a vantagem da "passividade" operacional.
      • Benefícios Fiscais e Otimização: Em muitas jurisdições, os investimentos hoteleiros permitem a segregação de custos e depreciações aceleradas de ativos (móveis, equipamentos, infraestrutura), proporcionando vantagens fiscais significativas para otimizar o capital.
      • Diversificação e Exposição Global: O setor hoteleiro está intrinsecamente ligado ao turismo e negócios internacionais. Investir em hotéis em diferentes regiões ou países pode ser uma forma eficaz de diversificar um portfólio, mitigando riscos associados a flutuações económicas regionais.
      • Valorização do Ativo e do Negócio: Hotéis bem localizados e com infraestrutura moderna, especialmente aqueles que incorporam tendências como a sustentabilidade e o turismo de luxo (uma tendência forte em mercados como Portugal), tendem a valorizar-se com o tempo, gerando lucro não só com o rendimento operacional, mas também com a valorização do capital investido.

       

      O Risco do Investimento em Hotelaria: O Outro Lado da Moeda

      Grandes investimentos trazem grandes riscos. É essencial que o investidor compreenda a natureza volátil deste mercado:

      Dependência da Conjuntura Económica: Crises económicas, conflitos geopolíticos ou crises sanitárias (como a pandemia) afetam diretamente o fluxo de viagens e, consequentemente, as taxas de ocupação. O retorno do investimento hoteleiro é mais cíclico do que o arrendamento de longa duração.

      Risco de Má Gestão Operacional: A qualidade da gestão é crítica. Mesmo um hotel com localização premium pode ter o seu desempenho comprometido por uma administração ineficaz. A escolha de uma operadora hoteleira de reputação sólida e transparente é crucial.

      Investimento de Capital Elevado: A aquisição, construção ou revitalização de um grande hotel exige volumes de capital substanciais. Este é o pilar de valor com maior risco/retorno na cadeia hoteleira.

      Liquidez Reduzida: Vender um grande ativo hoteleiro pode ser um processo complexo e demorado em comparação com outros imóveis, dada a natureza especializada do ativo e o volume de capital envolvido.

       

      O Cenário Global: Onde Brilham as Oportunidades

      O investimento hoteleiro está em ascensão em diversas geografias. Países com turismo robusto e recuperação económica acelerada, como os Estados Unidos, o Reino Unido e mercados europeus como Portugal, Espanha e Itália, têm sido o foco de grandes fluxos de capital. Em Portugal, por exemplo, o setor hoteleiro tem liderado o investimento imobiliário comercial, com a capital, Lisboa, a entrar no ranking das cidades mais atrativas para capital internacional.

      É importante destacar que os maiores e melhores negócios não são anunciados em meios públicos. Toda negociação e processo de venda é realizado em offmarket. Portanto, se procuras algo exclusivo, entre em contacto connosco.

       

       

       

       

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      Portugal: Mais Habitação x Construir Portugal

         

        O novo pacote de 30 medidas para a habitação – que sucedeu ao controverso programa “Mais Habitação” – com uma mistura de otimismo cauteloso e pragmatismo frio. O diagnóstico do problema sempre foi consensual: a crise é de oferta, agravada por uma burocracia sufocante. Finalmente, vemos o foco a mudar para a construção e a simplificação, elementos cruciais para quem investe a longo prazo.

         

        O Novo Paradigma: Foco na Oferta e no Jovem

        As medidas que já estão em vigor ou com aprovação avançada, sobretudo as do atual plano "Construir Portugal", trazem um claro pendor para o lado da oferta e para o apoio à classe média e jovem.

        A alteração à Lei dos Solos, que permite a reclassificação de terrenos rústicos para construção de habitação acessível (sujeito à decisão municipal), é, no meu ponto de vista, a medida mais estrutural e potencialmente mais impactante. Para o investidor, isto representa uma injeção de liquidez e novos terrenos no mercado, baixando a barreira de entrada e, crucialmente, incentivando a construção em escala. O risco, como sempre, é a morosidade e a politização ao nível autárquico, mas a intenção de “libertar” solo é um sinal poderoso de mudança.

        Paralelamente, medidas como a isenção de IMT e Imposto de Selo para jovens até aos 35 anos representam um choque de procura direcionado. Estas não resolvem a oferta, mas injetam compradores na base da pirâmide, o que pode aliviar a pressão no segmento de rendas. Para os investidores em arrendamento, a atratividade do mercado pode ser reforçada pelas novas políticas de rendas controladas e benefícios fiscais associados a contratos de longo prazo, embora o controlo de rendas permaneça, inegavelmente, um fator de risco regulatório a monitorizar.

        Por fim, o desbloqueio de milhares de casas do PRR e a simplificação dos licenciamentos são um alívio urgente para o sector da construção. A promessa de um Código da Construção e de uma maior digitalização, se for cumprida com eficácia, pode finalmente reduzir os ciclos de investimento de anos para meses.

         

        As Medidas Aprovadas do "Mais Habitação" (O Legado Controverso)

        É impossível falar de investimento sem abordar as medidas herdadas do plano anterior, “Mais Habitação” (Lei n.º 56/2023), que, embora focadas no arrendamento, trouxeram consigo uma enorme instabilidade regulatória. No setor do Alojamento Local (AL), a suspensão de novas licenças e a criação da Contribuição Extraordinária sobre o Alojamento Local (CEAL) foi uma revira-volta. Para o investidor, o sinal é claro: o investimento em AL está em xeque, com capitais a serem redirecionados para o arrendamento tradicional, refletindo o risco regulatório de um setor que era visto como seguro. Adicionalmente, o fim dos Vistos Gold Imobiliários retirou uma fonte de capital estrangeiro de alto valor. Os investidores de fora continuam a ver Portugal como um destino atraente, mas agora o foco é a qualidade de vida e a estabilidade fiscal, e não apenas o passaporte.

         

        Perspetivas para o Investidor em 2025/2026

        O cenário é de reajuste. O Governo atual parece ter aprendido a lição de que o mercado precisa de incentivos, e não de intervenção excessiva. O grande potencial reside no desenvolvimento de habitação acessível e a custos controlados. Os novos terrenos e a taxa de IVA reduzida a 6% para construção e reabilitação (sob certas condições) aumentam a margem de lucro em projetos residenciais de escala. É aqui que o capital institucional e os grandes construtores devem focar-se para encontrar as melhores oportunidades.

        No entanto, o risco regulatório no mercado de arrendamento permanece. Os investidores devem ser cautelosos com os limites de renda. É crucial que o Governo compense a instabilidade recente com um quadro fiscal robusto e estável para outros tipos de investimento estrangeiro, como o build-to-rent.

         

        Desta forma, as 30 medidas representam uma guinada necessária em direção ao aumento da oferta. Contudo, o sucesso do plano "Construir Portugal" dependerá menos das promessas e mais da velocidade de execução e da confiança que o Estado conseguir devolver aos investidores e promotores. Só assim o mercado imobiliário em Portugal deixará de ser um jogo de alto risco para se tornar um porto seguro de investimento a longo prazo.

         

        E você? Como avalia essas medidas?

         

         

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        Parques Solares: O Sol como Investimento

           

          Portugal, com a sua localização privilegiada e elevada irradiação solar, está no epicentro de uma revolução energética. E, para o investidor astuto, este cenário traduz-se em oportunidades de investimento imobiliário de alto rendimento: os parques solares.

          Se tradicionalmente o investimento imobiliário se focava em habitação ou comércio, hoje, o solo que suporta painéis fotovoltaicos é o novo ativo a considerar. Este artigo desvenda as razões pelas quais deve olhar seriamente para a energia solar em Portugal.

           

          Rentabilidade Sustentável e Atrativa (O Coração do Negócio)

          O primeiro ponto a destacar é, naturalmente, o retorno financeiro. Os parques solares em Portugal demonstram uma rentabilidade sólida e previsível:

          • Retorno do Investimento (ROI) Acelerado: Dependendo da dimensão da instalação (Unidades de Produção para Autoconsumo - UPAC ou parques de maior escala), o tempo de retorno do investimento pode ser surpreendentemente curto, com algumas estimativas a apontar para a recuperação em cerca de 5 a 8 anos, face a uma vida útil dos painéis que ultrapassa os 25 anos.
          • Fontes de Rendimento Diversificadas: O lucro não advém apenas da redução dos custos energéticos (autoconsumo). O regime de autoconsumo e produção descentralizada permite a venda do excedente de energia produzida à Rede Elétrica de Serviço Público (RESP) ou a comercializadores, criando uma fonte de receita adicional.
          • Estabilidade do Ativo: A energia é uma necessidade básica e o preço da eletricidade tem tendência a subir, solidificando o valor da energia produzida e, por inerência, a rentabilidade do seu parque solar.

           

          Vantagens Chave em Investir em Energia Solar

          O investimento em parques solares oferece uma série de benefícios que o tornam superior a muitos ativos imobiliários tradicionais:

          Baixa Manutenção Operacional (O&M): Após a instalação, a manutenção de um parque solar é significativamente menos exigente e dispendiosa do que a gestão de inquilinos, reparações estruturais ou obras em imóveis tradicionais. Os painéis exigem inspeção e limpeza periódica, mas a operação é essencialmente passiva.

          Longevidade e Durabilidade do Ativo: Os painéis fotovoltaicos modernos têm uma vida útil garantida superior a 25 anos, com uma degradação anual mínima. Isto assegura um fluxo de rendimento estável e prolongado, superando o ciclo de vida de muitos outros investimentos tecnológicos.

          Proteção Contra a Inflação: O investimento funciona como uma hedge (proteção) contra a subida dos preços da eletricidade. Ao produzir a sua própria energia (ou vendê-la a preços indexados ao mercado), o seu ativo valoriza-se à medida que o custo da energia convencional aumenta.

          Otimização do Uso do Solo: Permite rentabilizar terrenos que, de outra forma, teriam baixo rendimento (terrenos rústicos ou pouco férteis). Em vez de valorizar apenas pela agricultura, o terreno adquire um valor industrial/energético superior e constante.

          Sustentabilidade e Green Investment: O investimento alinha-se com as metas ESG (Ambientais, Sociais e de Governança), conferindo um valor de marca e responsabilidade social ao seu portfólio. É um ativo de baixo impacto ambiental, valorizado por fundos de investimento e entidades financeiras.

           

          Enquadramento Legal e Apoios Vantajosos

          O Governo Português tem atuado de forma decisiva para desburocratizar e incentivar o investimento em energias renováveis, conferindo maior transparência e acessibilidade ao processo. Exemplo disso é a Simplificação de Licenciamento: com o Decreto-Lei n.º 15/2022 e legislação complementar, o processo de licenciamento, especialmente para as Unidades de Produção para Autoconsumo (UPAC) de menor e média dimensão, foi simplificado, facilitando a entrada de novos investidores no setor. Paralelamente, existem diversos Incentivos Fiscais atrativos, como a possibilidade de redução do IVA na aquisição e instalação de certos equipamentos solares (é sempre crucial verificar a legislação em vigor) e a importante dedução à coleta no IRC para as empresas que investem em eficiência energética e produção renovável. Adicionalmente, o Estado disponibiliza Programas de Apoio como o Fundo Ambiental, que tem oferecido apoio financeiro para o aumento da eficiência energética em edifícios, incluindo a instalação de sistemas fotovoltaicos, embora estes apoios sejam tipicamente direcionados e dependam da abertura de candidaturas específicas.

           

          Cuidados Essenciais Antes de Investir

          Embora o potencial de retorno seja elevado, é crucial que este investimento seja abordado com máximo rigor e diligência. Como seu consultor, alerto para a importância de uma análise profunda: não se limite a olhar para o preço dos painéis. A Qualidade e o Tempo de Vida Útil dos Painéis e dos inversores são cruciais para a rentabilidade de longo prazo; deve exigir garantias de desempenho com, pelo menos, 25 anos de vida útil, pois a perda de eficiência pode traduzir-se em receitas significativamente inferiores ao longo do tempo. Essencial é também a realização de um Estudo de Viabilidade Técnico-Económica (EVTE) detalhado, que projete de forma realista a produção e as receitas, incluindo a análise da irradiação e os custos de Interligação à Rede e Custos associados à Rede Elétrica de Serviço Público (RESP). A proximidade e a capacidade de interligação são fatores críticos, e custos ou atrasos na aprovação da ligação podem comprometer seriamente o orçamento. Adicionalmente, não negligencie os Aspectos Regulatórios e Licenciamento: mesmo simplificada, a legislação é complexa, e a conformidade do projeto junto da DGEG e outras entidades é obrigatória para evitar multas ou a impossibilidade de operação. Por fim, se o modelo de negócio for a venda de energia, a solidez e os termos dos Contratos de Compra de Energia (PPA - Power Purchase Agreements) são o pilar para a previsibilidade das receitas e a segurança do investimento.

           

          Desta forma, investimento em parques solares em Portugal transcende o conceito de mera moda; é, de facto, uma mega-tendência estrutural inegável. Esta é catalisada pela urgência da transição energética global, solidificada por um quadro regulamentar cada vez mais favorável e abençoada pelas excelentes condições de irradiação solar do país.

          Para o investidor que procura diversificação e quer capitalizar um setor em franco crescimento, a mensagem é clara: o sol de Portugal não é apenas um recurso natural, é um motor económico robusto, pronto a iluminar e rentabilizar o seu portfólio. Invista com estratégia, invista no sol.

           

           

           

           

           

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          O Glossário Essencial do Imóvel Português

           

          Comprar um imóvel é um passo emocionante, mas o mercado imobiliário local utiliza uma terminologia específica que pode ser confusa para quem não está familiarizado. Termos como “Tipologia”, "área bruta privativa", “CPCV”” e "Caderneta Predial" são fundamentais e possuem significados técnicos precisos que se distinguem dos conceitos em outros países.

          Para garantir que você entenda exatamente o que está comprando e possa comunicar-se com corretores e profissionais legais com total confiança, preparamos um guia rápido. É hora de dominar o vocabulário que fará de você um comprador informado e seguro em Portugal. Chega de confusão!

           

          Tipologia de Imóveis:

          Desde apartamento a moradias, a tipologia representa a quantidade de quartos no imóvel. Por exemplo: T2 são 2 quartos, T4 são 4 quartos…..

          Mas atenção: também é utilizado o termo “assoalhadas” que são os cômodos da casa excluindo cozinha e casa de banho. Ou seja, uma cada com 2 assolhadas tem 1 quarto; já com 4 assoalhadas, são 3 quartos.

           

          Metragem: Cuidado com a Área!

          A legislação em Portugal exige que a área informada seja obrigatoriamente a área útil, entretanto, em alguns portais imobiliários, na maioria das vezes encontramos a Área Bruta Privativa. É crucial saber que a Área Bruta Privativa inclui a área dentro das paredes, podendo englobar até varandas e terraços privativos. Isso significa que o número em metros quadrados pode ser maior do que você está acostumado. Outra questão é que muitas pessoas se prendem ao valor por metro quadrado, por isso, tenha atenção aos anúncios, pois a área de uma varanda ou garagem jamais pode ter a mesma avaliação do metro quadrado habitacional. Resumindo: a área útil nunca poderá ser a mesma que a área bruta, e sempre será menor!

           

          Os Documentos: Seu Kit Sobrevivência Legal

          Em Portugal, a segurança da sua compra depende destes dois pilares:

          1. Caderneta Predial: É a documento que registra o nascimento fiscal do imóvel. Reúne todas as informações fiscais (área, localização, valor patrimonial) e é emitida pelas Finanças.
          2. Certidão Permanente: É o documento que comprova quem é o dono, qual a descrição legal do imóvel e, o mais importante, se existem dívidas, hipotecas, ou quaisquer ônus sobre ele. É a nossa "certidão de ônus" atualizada.

          Dica de ouro: Caderneta Predial e Certidão Permanente serão seus melhores amigos no processo. Sem eles, não há compra segura.

           

          Do Sonho à Escritura

          Dois documentos são absolutamente não negociáveis e devem ser resolvidos de forma prioritária: o NIF e uma conta bancária portuguesa. Sem eles, não há escritura.

          Após encontrar o imóvel e negociar o preço, você assinará o CPCV (Contrato de Promessa de Compra e Venda), que é o momento em que você paga o "valor" acordado que, normalmente é de 10% e estabelece as condições da transação. Entre o CPCV e a Escritura Pública. Nesta fase, um advogado ou solicitador fará a verificação da legalidade e o estado do imóvel. Os documentos-chave a serem verificados incluem:

          • Certificado Energético: É obrigatório e atesta a eficiência energética do imóvel.
          • Licença de Utilização: Confirma que o imóvel está legalizado para o uso a que se destina (como habitação).
          • Plantas do Imóvel (Câmara Municipal): Confirma se o imóvel construído está conforme as plantas aprovadas pela prefeitura (Câmara Municipal), crucial para evitar problemas futuros com legalizações de obras.
          • Certidão Permanente: O documento que garante que o imóvel está livre de quaisquer dívidas, hipotecas (ónus) ou penhoras.
          • Direito de preferência: é um mecanismo legal que confere a certas pessoas ou entidades a prioridade na compra de um imóvel.

          Se toda a documentação verificada for satisfatória, o processo culmina na Escritura Pública.

          Em Portugal, a Escritura acontece no notário. É o momento solene em que você assina o contrato definitivo de compra e venda, paga os custos com impostos finais (IMT e Imposto de Selo) e, finalmente, a propriedade é transferida para o seu nome. Ao receber as chaves, você se torna o legítimo proprietário do seu imóvel em Portugal.

           

          Sabemos que são muitas etapas durante este processo. Se tiveres alguma dúvida, entre em contato com nossa equipa de profissionais.

           

           

           

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          PERGUNTAS FREQUENTES

           

          Quais os serviços oferecidos pela Investir em Euro?

          A Investir em Euro oferece serviços de assessoria de investimentos imobiliários completa e exclusiva. Trabalhamos em parceria desde a venda de imóveis exclusivos no mercado offmarket para grandes investidores, como imóveis para quem deseja entrar no ramo de investimentos, com desejo de construir um patrimônio sólido, gerando rendas passivas ou lucros expressivos. Nosso grupo oferece assessoria e administração de investimentos, cuidando sempre do seu patrimônio para obter sempre uma maior valorização. Venha conversar connosco, os menores investimentos podem te transformar em um Shark dos negócios. Estamos aqui para aumentar nossa família de sucesso!!!

          Como posso iniciar nos negócios imobiliários?

          Com um pequeno valor de entrada e uma assessoria financeira assertiva, podemos planejar um futuro promissor nos negócios imobiliários. Trabalhamos com imóveis para fix&flip, fix&renting, cedência de posição, todas as popções com um estudo direcionado ao vosso objetivo. Conte connosco sem compromisso. Traga suas dúvidas e seja sempre bem-vindo para fazer parte desta grande família de investidores.

          Como investir em um imóvel em Portugal estando ainda em outro país?

          Contamos com uma equipa de especialistas em todas as etapas, passando desde a análise de crédito, comercial, jurídico, contábil e legalização. Trabalhamos com os principais bancos portugueses, com possibilidade de crédito para quem ainda está longe do território portugês. Temos todo o suporte para tornar seu sonho em realidade. Conte connosco!!!

          Vale a pena comprar um imóvel para obter uma renda passiva em Portugal?

          Sim. Com o investimento certo, a possibilidade de ganhos acima da média são muito comuns. Esta é uma grande dúvida para todas as nacionalidades, porém, não podemos cair em "pegadinhas". Analisar o mercado local e a busca pela melhor oportunidade são fundamentais. Temos uma equipa especializada neste trabalho. Tenha a tranquilidade de investir de uma maneira assertiva, conte connosco!!!

          Existe linha de crédito para estrangeiros?

          Sim, diversos bancos possibilitam uma linha de crédito para estrangeiros, sejam eles residentes ou não em Portugal. Temos uma equipa dedicada e em contato direto com todos os bancos de Portugal, possibilitando analisar caso a caso, com a maior atenção.

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